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Por: Sandro Bonatto

A Amazônia pega fogo todo ano, mas em 2019 as queimadas são as mais sérias numa década, com mais de 75 mil focos de incêndio desde o começo do ano. E apesar da atenção da mídia e protestos globais, as perspectivas não são nada boas. Este é o pico da temporada de seca na Amazônia, e a impressão internacional é que o presidente Jair Bolsonaro parece estar decidido a não levar o problema a sério.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) diz que dados de satélite mostram um aumento de 80% nas queimadas comparado com a mesma época do ano passado. As regiões do Norte do Brasil são as que mais sofrem. Roraima viu um aumento de 141% nos incêndios, o Acre 138%, Rondônia 115% e Amazonas 81%, segundo a BBC.

As queimadas são parte de um aumento no desmatamento sob o governo Bolsonaro. Desde que ele assumiu em janeiro, a Amazônia perdeu mais de 3.400 quilômetros quadrados de floresta, um aumento de quase 40% do mesmo período do ano passado. Apenas em junho, a Amazônia perdeu uma área de floresta correspondente a metade de Rhode Island.